Cada ser humano
tem suas peculiaridades, ninguém é igual a ninguém. Homens e mulheres possuem
uma diferença na biologia do seu corpo no resto são questões de escolha,
cultura e a educação da sociedade em que vive.
É triste
constatar que mesmo a humanidade ter evoluído em tantos campos de pesquisa
ainda não consegue ver o valor de cada ser humano. Perceber que todas as
pessoas tem potencial independente de sexo, cor, nacionalidade ou qualquer
outro item que queiram incluir para discriminar as pessoas.
No mês que se
comemora o dia da mulher, quero prestar a minha homenagem a todas as mulheres
da minha vida e aquelas que mesmo eu não convivendo me inspiraram. Ser mulher
ainda não é fácil por sofrer tantos tipos de discriminação. E não ouço isso em
um só lugar, esse mesmo discurso vejo em vários ambientes. Demonstrando que o
preconceito ainda é grande contra as mulheres, sem ainda acrescentar classe econômica
ou cor.
Ainda tenho
esperança que esse panorama pode mudar. Sempre naquela ideia de cada um fazer a
sua parte. Não deixar de expressar quando se vive ou vê algum ato
discriminatório. É com argumentos que podemos vencer diálogos desafiadores.
Evitar a violência tanto física quanto verbal. Não se calar perante injustiças,
assim não deixamos virar bola de neve que acaba se transformando numa
avalanche.
Vivemos em
comunidade e para a sobrevivência da humanidade precisamos aprender a nos
tratar melhor, ver o valor de cada pessoa. Cada ser humano tem sua luz
interior. Permitam-se brilhar e deixem os outros brilharem. O mundo será bem
melhor com as pessoas se apoiando e não se depreciando. Tudo começa com o
primeiro passo. Quando olhar para uma mulher a sua frente veja o quão preciosa
é esse ser humano. Esse olhar pode ser transformador.
Andrea Leandro

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