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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Relações Interpessoais

 

Relações Interpessoais

 

Os humanos são seres sociais e por isso viver em comunidade não é só importante por segurança, mas para saúde mental dos moradores. Conviver com outras pessoas faz bem.

Agora precisamos falar da qualidade desse conviver. Viver em sociedade nem sempre implica em criar vínculos afetivos, mas é importante existir respeito e colaboração.

As relações interpessoais vão acontecer em vários grupos de convivência como: família, amigos, colegas de estudo e/ou de trabalho e redes sociais. Com cada grupo se desenvolve um tipo de relacionamento e de vínculo.

Os locais que mais passamos tempo, dependendo da fase da vida, normalmente é em casa e na escola (enquanto estudante) ou no ambiente de trabalho. Você já parou para pensar em como é a qualidade destes relacionamentos e o quanto eles podem influenciar na sua saúde mental?

Quanto mais empático somos, melhor é a forma de nos relacionarmos, cada grupo tem suas particularidades e compreendê-las ajuda no bom relacionamento. Isso não quer dizer que tem que aceitar tudo que as outras pessoas querem, por isso o diálogo é importante. Parte de se conhecer – autoconhecimento, saber, por exemplo, que seu temperamento e o da outra pessoa podem influenciar na dinâmica da relação. Assim, pode compreender que a ação do outro muitas vezes, tem mais haver com o jeito dele de ser do que algo contra você.

Somos seres sociais, com uma história vivida que junto com uma série de características pessoais forma a pessoa que somos. Portanto é importante ter um bom relacionamento com o grupo que participa e que seja saudável, ao ponto de cada vez que precise conviver com aquele grupo, seja uma satisfação que faz bem, ao invés de serem momentos de dor, frustração ou decepção.

Cordialidade sempre pode abrir as portas para bons relacionamentos. Um diálogo pautado em assertividade, ética e respeito podem transformar relacionamentos e construir boas convivências.


Andrea Leandro

Terapeuta Integrativa


quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Hora de partir


Hora de partir

 

Existe um momento na vida que chega para todos. O momento da partida. Tudo que tem um começo um dia chega ao fim ou pelo menos muda-se a estrada.


Para alguns chega-se inesperadamente para outros é um longo caminho com um fim certo. Dolorido para quem fica e para quem vai. Dependendo da cultura e da religião o momento de partida pode ser encarado de formas diferentes.


Independente disso, fica a saudade em quem fica. Então, faço duas perguntas. Como você encara essa situação e se preparou material e emocionalmente para este momento?


A partida que estou falando aqui é a morte do corpo físico. Ou como alguns chamam de passagem, quando entendemos que essa vida é uma passagem numa longa existência da alma. Geralmente não se fala nesse momento em família ou entre amigos. E quando acontece deixa a maioria das pessoas em polvorosa. Assuntos delicados podem vir a pauta e um que geralmente pode gerar dúvida é a morada final dos restos mortais. Cada país tem o seu jeito de lidar. No Brasil temos algumas opções como a cremação ou manter o tradicional destino de um cemitério, onde pode ter um jazigo familiar ou não.


Esse assunto pode vir a mente quando estamos muito doentes ou tem algum ente querido nessa situação. Não é necessário já sair comprando um túmulo, mas sugiro em conversar com a família como gostaria que fosse sua “casa final”, para que na medida do possível a família possa atender seu desejo.


A morte faz parte da vida, um evento natural nessa existência, quanto mais for encarada com naturalidade, menos sofrimento vivenciamos. E mais do que falar do momento da partida, celebrar a vida. Conviver bem com todos. Abrir seu coração e abraçar de corpo e alma os amigos e os entes queridos. Pois no momento da partida o que fica e que vai com certeza é o amor vivido entre as pessoas. Eternamente no coração.


Andrea Leandro

Harmonização de Espaços


 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

O que valorizo no meu dia a dia?

 


O que valorizo no meu dia a dia?

 

A vida é uma dádiva tão preciosa que nem sempre nos damos conta do seu valor. Muitas vezes, quando somos privados de saúde ou de algo que gostamos muito acabamos questionando tudo e até desse lindo presente.

Então, que tal fazer essa pergunta para si mesmo: - O que valorizo no meu dia a dia? O que você agradece por ter ou ser ou simplesmente por viver. Todos nós temos uma caminhada nesse mundo. Nem sempre o que vivemos é tão agradável como gostaríamos. A diferença está no que damos valor e daí pautamos nossas ações.

Quando valorizo a vida tudo pode ser tornar uma dádiva, como respirar simplesmente. Nem todos se dão quanta disso, apenas quando são privados dessa simples e preciosa ação do corpo.

No dia a dia acordar ter um lar, trabalho, família, amigos são valorizados por você? Aí você pode responder, meu trabalho não é legal, tenho contas a pagar, não me dou com minha família, e assim vai a lista de observações. Então, te convido a reflexão. O que valoriza no seu dia a dia?

- Boa convivência: O que está fazendo de diferente para valorizar os relacionamentos. Cria expectativas que os outros ajam como gostaria e não faz nada para melhorar e só espera que o outro mude? Então, te digo que a mudança é interna e ela se reflete em ações que aí sim podem ter alguma influencia no outro.

- Saúde: faz atividade física, se alimenta de forma saudável e cultiva pensamentos positivos e saudáveis? Esse conjunto de ações influenciam e muito na saúde como um todo.

- Bom trabalho/emprego: nem sempre se trabalha com o que se gosta ou quer, ou recebe o salário que acredita ser justo. O que está fazendo para melhorar a situação? Só reclama ou procura algo melhor, faz cursos ou busca qualificação? Muitas vezes é preciso olhar para o seguinte: o que esse trabalho me proporciona, num primeiro instante que pode ser o sustento da família e no outro o que posso fazer para dar o meu melhor e saber que faço diferença no trabalho. Por si só, essa ação pode valer muito para sua vida.

Ao longo da vida o nosso ponto de vista pode fazer a diferença. Quando valorizo o meu viver a vida tem outro sabor. E digo mais ele é muito gostoso!

Andrea dos Santos Leandro

Harmonização de Espaços

quarta-feira, 25 de março de 2020

Pega leve!




Pega leve!

Tudo que acontece na vida da gente podemos encarar numa boa ou encontrar problema em todo lugar. Isso vai depender do nosso temperamento e jeito de olhar a vida. Em tempos que precisamos ficar um longo período dentro de casa. Pequenos incômodos ou desentendimentos podem ganhar proporções desastrosas.

Portanto, convido a todos a um desafio para o bem conviver: Pega Leve! Isso mesmo, usar a frase – pega leve! – Utilize como um gatilho mental para evitar exageros nas cobranças e ações. No início talvez não seja fácil, mas um hábito novo leva alguns dias para se estabelecer. Quando perceber de tanto pedir ou alguém falar para você vai mudar sua ação.

É preciso ficar claro que somos seres sociais que necessitamos viver em sociedade. Cada um é um rico no seu jeito de ser, uns mais introvertidos e outros extrovertidos. Isto é, a mesma ação vivida por uma pessoa não necessariamente a outra vai reagir igual.

Para o bem conviver é importante todos sentarem a mesa e fazer combinados. Sejam crianças ou adultos, todos podem dar suas sugestões e entrar num acordo, algumas dicas:

- Criar uma rotina – não rígida – é importante para trazer segurança mental. Cada pessoa da casa contribuir com limpeza, organização, preparação da alimentação, etc. Ter horário para trabalho e estudos. Assim todos tem atividades ao longo do dia. No dia seguinte algumas atividades podem ser mudadas.

- Evitar ficar brigando por qualquer coisa. Observe a situação para ver se não está exagerando na reação. Para o bem de todos pense: Pega leve!

- Pode criar nichos ou cestos/caixas com atividades relaxantes ou de entretenimento. Ali colocar jogos que podem ser jogados individuais como: resta um, quebra cabeças, caça palavras, etc. Deixando opções de distração que não seja jogos eletrônicos e televisão. Muda o foco de ação.

- Combinar momentos de relaxamento e alongamento em conjunto: pode ser meditação, exercícios físicos ou dançar.

Para muitas pessoas pode ser um momento de aprender ou reaprender a conviver de forma mais próxima com seus entes queridos. Respeito, carinho, compaixão, afeto e amor são os ingredientes para o bem viver. Então: Pega leve!

Andrea dos Santos Leandro
Harmonização de Espaços

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Sentir-se bem em casa

Sentir-se bem em casa

Viajar e passear é muito bom. Mas nada é melhor do que estar no aconchego do lar.  O refúgio perfeito. O castelo que nos sentimos protegidos e guarnecidos das nossas necessidades. Depois de um dia cansativo seja pelo trabalho ou atividades que por ventura foram estressantes. Não tem preço a sensação gostosa de abrir a porta e se atirar no sofá por alguns minutos ou tomar aquele banho gostoso no seu chuveiro. São sensações que se vive no dia a dia. Nem sempre valorizadas, mas se parar para pensar. Não há lugar melhor que o nosso lar. Caso não seja assim como proceder?

Várias situações podem fazer com que o lar não seja tão agradável quanto gostaríamos. Na grande maioria tem como mudar o status quo. Por exemplo: Mora num lugar insalubre ou que reina a insegura ao redor? Ou ainda a convivência com as pessoas em casa não é das melhores. O que fazer então? Não vou dizer que seus problemas acabaram e compre um produto Tabajara. Vou apenas sugerir alguns caminhos. Analise as propostas e adapte a sua realidade:

- A casa é pequena, se sente enclausurado(a) e sufocado(a):

a) A situação é temporária? Pesquise outros locais para morar. Economize e faça um plano para que num futuro não muito distante possa se mudar. Já essa idéia ajuda a suportar a viver num local assim. Abre sua mente para novas perspectivas.

b) Limpe o local. Retire tudo que está em excesso. Pinte de branco para criar uma maior sensação de espaço.

c) Caso não tenha uma janela para um espaço aberto. Adquira um quadro com imagem de céu e/ou campo de girassóis. Trazendo a idéia de espaço aberto e da energia do sol.

- O local é inseguro:

a) Novamente pesquise a possibilidade de se mudar para um lugar que considere melhor.

b) Una-se aos moradores e crie uma associação para uma colaboração conjunta. Comece com um grupo de whatsapp para que todos comunicarem casos suspeitos e informações importantes. Criem códigos de conduta que facilite a cooperação entre os vizinhos e a polícia em caso de perigo. Lembre-se a união faz a força!

- A convivência com as pessoas que você vive na sua casa é difícil:

a) atualmente existem várias terapias que podem te ajudar a compreender e lidar melhor com essa situação. Seja terapia floral, psicólogo ou até constelação familiar. Uma delas ou outra pode ser o passo inicial para melhorar esse relacionamento.

b) Muitas vezes o jeito da pessoa te tratar é por que ela sempre foi assim e não consegue agir diferente. Então, quem sabe ao invés de contra atacar aja com gentileza. Essa técnica simples pode fazer grande diferença. Teste por um bom tempo e verá os bons resultados: GENTILEZA GERA GENTILEZA!

- Tem sensações ruins na casa e não consegue explicar:

a) Possível ter várias origens. Não se deve ignorar. As causas podem ser desde uma memória de parede (energias que se impregnam na mesma), questões geobiológicas (influências naturais do ambiente), questões espirituais e etc. Nesses casos sugiro contratar um especialista em harmonização de ambientes para verificar o que está acontecendo e seguir suas recomendações.

b) Faça uma grande faxina. Tire os excessos e tudo que não te faz se sentir bem do ambiente. Caso tenha condições pinte a casa. Pode colocar florais na tinta para ajudar na impregnação de energias boas.

c) Faça orações e meditações diárias. Pedindo paz, proteção, luz, felicidade e tudo de bom que queira no seu lar.

d) Agradeça tudo que gostaria de ter em casa. Essa energia ajuda a mudar as sensações. Por nos colocar no foco do que é bom. O poder da mente e do coração são poderosos.
- Excesso de bagunça e tralhas pela casa:

a) Em casos assim. Pode ser uma doença e sinalizar que você pode estar com sintomas de depressão. Acaba criando com o excesso de coisas um “ninho” para se proteger e isolar do mundo de fora. Caso não consiga se livrar da bagunça. Peça ajuda de um(a) amigo(a) e/ou procure ajuda de um terapeuta. Existem muitos caminhos para sair dessa situação e sensação.

b) Caso não consiga se livrar dos excessos. Faça aos poucos. O início não é fácil, mas a partir do momento que começa vai constatar que não é tão difícil. Vide programas na televisão que mostram desapegos. O sentimento inicial pode não ser tão bom, mas depois vem a sensação de liberdade. Estando livre para novos começos e boas oportunidades.


Enfim, os benefícios da mudança estão em suas mãos. Você tem o poder de mudar a sua rotina e transformar o seu dia. Começa na sua cabeça (mente) planejando o que fazer. As boas sensações que vai sentindo a medida que implementa as mudanças trazem alegria (coração) e bem estar. Com mente e coração unidos o seu lar se torna o refúgio perfeito e um carregador de energia maravilhoso na sua vida e saúde tanto física, mental, emocional e espiritual.

Andrea dos Santos Leandro
Consultora em Harmonização de Espaços

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Convivência com vizinhos!!!


Na vida tem pessoas que fazem parte de nossa vida queiramos ou não - os nossos vizinhos. Parentes a gente não escolhe e pode se dar bem ou não. Vizinhos até podemos escolher ou não, dependo do lugar que se vive.

O nosso bem estar muitas vezes depende de como nos damos com nossos vizinhos. Quem se incomoda com vizinhos sabe o quanto é desagradável voltar para casa e saber que terá uma noite, final de semana, uma manhã ou qualquer parte do dia insuportável. Pois o que com o tempo é um simples incomodo pode virar uma irritação constante.

O que fazer??????

Existem várias formas de tentar resolver a questão, vou sugerir algumas que podem ajudá-lo ou adapte as dicas e procure conviver em paz com seu vizinho:

- Olhe a situação com calma, será que não está exagerando? Por exemplo, crianças tem o direito de brincar, jogar bola, pular, ... Caso isso esteja incomodando, procure primeiro conversar com calma com os pais da criança e explicar (que a bola bater na sua janela pode quebrá-la, para as crianças não ficarem pulando o muro, pois o cachorro pode atacá-las, etc.) Faça isso com calma e não num momento de raiva, pois a tendência dos pais é proteger seus filhos e podem não lhe dar apoio (mesmo que aparentemente você esteja certo).

- No caso de crianças ainda, lembre-se, você foi criança um dia e talvez tenha feito o mesmo ou algo parecido, então, será que não dá para dar um desconto???

- Som alto em qualquer horário: quando é um prédio com condomínio estabelecido, fale com o síndico e leve a questão para a reunião de condomínio (mesmo que esteja alugando, peça permissão para o dono do apartamento para falar na reunião), evite brigar diretamente com seu vizinho. Pois o condomínio tomará as providências necessárias.

- Quando o problema de som alto for de casa e for constante. Pode tentar falar calmamente com o vizinho, caso não dê resultado, entre em contato com a prefeitura e peça providências. Pois se tem regras para casas noturnas deve ter para vizinhos também.

- Para problemas como: jogar lixo para o seu pátio, toco de cigarro, invadir seu espaço, ... Como nas dicas anteriores, primeiro procure conversar com calma com seu vizinho, por mais mal educado que pareça ser a atitude dele, você falando com educação e calma, pode ser que faça com que ele coloque a mão na consciência com relação as suas atitudes (realmente, às vezes, as pessoas não se dão conta de sua falta de educação). Depois, caso não seja ouvido, procure as autoridades competentes, caso queira levar a questão adiante (sindico se for condomínio ou prefeitura se for casa).

- Veja se não tem uma forma de contornar a situação. Por exemplo: mora na frente de uma indústria barulhenta, será que dá para mudar o quarto de posição, ou colocar um vidro a prova de som.

- Infelizmente ainda temos a opção de: “os incomodados que se mudem”. Espero que não venha a ser o seu caso.

Em termos energéticos, isso quer dizer que está com problemas de limites, estabelecer limites. Veja se você também está fazendo isso em outras instâncias de sua vida. Como a vida é um eterno aprendizado, pode ser que a situação esteja te dizendo alguma coisa. Faça uma análise. Quem sabe resolvendo isso nas suas atitudes. O que te incomoda com os vizinhos deixe de atrapalhar teu dia-a-dia ou está dizendo que está exagerando nas suas reações.


Lembre-se: que a sua liberdade vai até onde começa a do outro. Respeite primeiro antes de para pedir respeito ao outro!!!


O diálogo é a melhor solução. É conversando que a gente se entende!